A Justiça de Minas Gerais concedeu pensão a um companheiro de um capitão do Exército de Juiz de Fora.
Foram 35 anos de união. Ao ver as fotos do companheiro, o aposentado José Américo Grippi lembra de uma época de felicidade.
O capitão do Exército, Darci Teixeira Dutra, morreu há 12 anos. Deixou casa, sítio, apartamento e dois carros. Os bens ficaram com duas irmãs do capitão. Mas José Américo achou que também tinha direito e entrou na justiça.
Dois anos depois da morte do ex-companheiro a justiça entendeu que José Américo tinha direito à metade dos bens. Mas ele ainda não estava satisfeito e entrou de novo na justiça para pedir a pensão militar.
Antes da decisão, o aposentado entrou com o pedido no Exército. Mas segundo ele, foi negado. José Américo recorreu então à Justiça Federal. E no final do ano passado veio a decisão. Na ação ordinária, o juiz Renato Grizotti Junior determinou que o comando da 4ª Região Militar passasse a pagar um terço da pensão.
A decisão, de acordo com o presidente do Movimento Gay de Minas (MGM), Marcos Trajano, é comemorada.
Segundo a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), essa foi a primeira concessão de uma pensão militar a um companheiro homossexual em Minas Gerais.
Foram 35 anos de união. Ao ver as fotos do companheiro, o aposentado José Américo Grippi lembra de uma época de felicidade. O capitão do Exército, Darci Teixeira Dutra, morreu há 12 anos. Deixou casa, sítio, apartamento e dois carros. Os bens ficaram com duas irmãs do capitão. Mas José Américo achou que também tinha direito e entrou na justiça.
Dois anos depois da morte do ex-companheiro a justiça entendeu que José Américo tinha direito à metade dos bens. Mas ele ainda não estava satisfeito e entrou de novo na justiça para pedir a pensão militar.
Antes da decisão, o aposentado entrou com o pedido no Exército. Mas segundo ele, foi negado. José Américo recorreu então à Justiça Federal. E no final do ano passado veio a decisão. Na ação ordinária, o juiz Renato Grizotti Junior determinou que o comando da 4ª Região Militar passasse a pagar um terço da pensão.
A decisão, de acordo com o presidente do Movimento Gay de Minas (MGM), Marcos Trajano, é comemorada.
Segundo a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), essa foi a primeira concessão de uma pensão militar a um companheiro homossexual em Minas Gerais.
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